Tocando Agora: ...
No ar: ...

...

Lula diz que ataque à Venezuela é 'afronta gravíssima à soberania'

Publicada em: 03/01/2026 11:10 -

Escrito por
Redaçãoproducaodiario@svm.com.br
 
(Atualizado às 10:39)
Os presidentes Lula e Nicolás Maduro aparecem em uma imagem dividida lado a lado, ambos falando ao microfone com expressões sérias durante um pronunciamento. O fundo azul sólido em ambas as fotos unifica a composição.
Legenda: Lula afirmou que ataque a Venezula e captura de Maduro são "afronta gravíssima à soberania" do país.  Foto: Evaristo Sá / AFP.
 
O presidente Lula classificou os ataques à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro por parte dos EUA como uma “afronta gravíssima à soberania” do país e disse que as ações “ultrapassam uma linha inaceitável”.

Em nota publicada nas redes sociais, o líder brasileiro afirmou que o fato abre “precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional” e demandou resposta ao episódio.

“O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”, afirmou.O presidente brasileiro ainda apontou que a “condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”.

“A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, seguiu Lula.

No posicionamento, o brasileiro defendeu que “atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade”.

Confira o posicionamento:

 

 

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. 

Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. 

A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. 

A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.  

A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação."

Compartilhe:
COMENTÁRIOS
Comentário enviado com sucesso!
Carregando...